
O filho do Rio
Do medo
Da rua
O filho do frio
Do fio cortante
Do traficante
Também seu amante
Também seu amante
Que o prostituiu
Comendo sua carne
Crua e nua
Entregando pra lua
Entregando pra lua
Já não mais menino
O filho da sorte
Enxerga a morte
Drogado
Imolado
E agora nu
Jogado no asfalto
Ensangüentado
O choro da puta
Que diz ter parido
Já não o escuta
E nunca o escutou
Abandonado
No meio da rua
Seu último
Lar.”
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