
Nossa casa é nau fantasma, tão vazia,
E de tanta solidão, ficou tão fria,
Arrevesando o meu pobre coração,
Mas não vou mais lhe dar perdão.
Esquecer, todas suas falhas e tão difícil,
Perdoar você, muito mais difícil então,
Queres voltar a fazer parte da minha vida,
Mas a resposta; é definitivamente, não.
Sofrerei, mas não vou ceder de novo,
Nem que eu revire minha alma pelo avesso,
Já me perdi entre o quarto e a sala,
Minha saída é a porta para rua, que cala.
Entro sôfrego, logo na primeira cantina,
A fumaça e o hálito do vinho me embriagam,
No palco o guitarrista chorando com a guitarra,
Junto ao cantar mavioso e as lágrimas da fadista.
Viverei agora assim, sem essa maldita angústia,
Solitário, em rios de vinho, nos braços da boemia.
Pouco me importo quem achar que tudo teve astúcia
Morrerei feliz sem lembrar que fui amado e amei um dia.
E de tanta solidão, ficou tão fria,
Arrevesando o meu pobre coração,
Mas não vou mais lhe dar perdão.
Esquecer, todas suas falhas e tão difícil,
Perdoar você, muito mais difícil então,
Queres voltar a fazer parte da minha vida,
Mas a resposta; é definitivamente, não.
Sofrerei, mas não vou ceder de novo,
Nem que eu revire minha alma pelo avesso,
Já me perdi entre o quarto e a sala,
Minha saída é a porta para rua, que cala.
Entro sôfrego, logo na primeira cantina,
A fumaça e o hálito do vinho me embriagam,
No palco o guitarrista chorando com a guitarra,
Junto ao cantar mavioso e as lágrimas da fadista.
Viverei agora assim, sem essa maldita angústia,
Solitário, em rios de vinho, nos braços da boemia.
Pouco me importo quem achar que tudo teve astúcia
Morrerei feliz sem lembrar que fui amado e amei um dia.
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