
Hoje primeiro de maio
É o “Dia do Trabalho”,
As rimas ficaram soltas,
Mas deixei-as cair no assoalho.
Não queria aqui desbocar,
Respeitando quem pega o malho,
Mas aqui bem ao pé de ouvido;
Mandem os patrões pro caralho.
Esses que os obrigam a labuta,
Forçando-os ao trabalho escravo,
No mando dos cortadores de cana,
E os que cavoucam nas jazidas.
E pra que toda essa festividade,
Com tantas vozes sem escuta,
Trabalhando ao sol e na chuva,
Só luta, feitos uns filhos da puta.
Agora já que eu desboquei,
Soltei o nó da garganta,
Eu vou voltar pro trabalho,
Vender o almoço, pra comprar a janta.
É o “Dia do Trabalho”,
As rimas ficaram soltas,
Mas deixei-as cair no assoalho.
Não queria aqui desbocar,
Respeitando quem pega o malho,
Mas aqui bem ao pé de ouvido;
Mandem os patrões pro caralho.
Esses que os obrigam a labuta,
Forçando-os ao trabalho escravo,
No mando dos cortadores de cana,
E os que cavoucam nas jazidas.
E pra que toda essa festividade,
Com tantas vozes sem escuta,
Trabalhando ao sol e na chuva,
Só luta, feitos uns filhos da puta.
Agora já que eu desboquei,
Soltei o nó da garganta,
Eu vou voltar pro trabalho,
Vender o almoço, pra comprar a janta.
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