
É porque estou te amando.
Não um amor aventureiro,
Infantil, inconsequente.
Esses são passageiros,
Esquecidos facilmente.
Quando te falo de amor,
É com sentimento despertado,
Com o coração escancarado,
Pra te dizer sem medo.
Amo-te.
Não um, te amo,
Jogado, displicente.
E sim,
Um vou te fazer feliz.
Quando te falo do meu amor,
Não envolvo coisas materiais.
Elas influenciam negativamente,
Passa a ser, amor interesseiro.
O amor não se inventa,
Não se compra a crédito,
Mentira não o alimenta.
O amor nasce, cresce, vive,
E morre no coração.
Mantêm-se ele vivo,
Dando e recebendo amor.
Quando quero te falar de amor,
É porque quero dar,
E receber amor.
Com carinho, tolerância e confiança,
Sacrifícios e promessas verdadeiras.
Quando preciso te falar de amor,
Eu só falo de amor.
in voz, no link: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=83338
4 comentários:
Um bom poema. Lírico, simples, sem lugares-comuns, de uma essência poética do qual precisamos para a Poesia cumprir seu papel. Um abraço José Silveira e parabéns, Claudio.
Caro poeta, poema singelo, delicado e em bonito arranjo poético. Meu carinho.
Carinho é plumagem bonita, macia, gostosa de sentir.
Quem dá afeto se fortifica; quem o recebe se acalma,
se tranqüiliza, se equilibra.
Um ótimo final de semana, com muito carinho.
Abraço
Joel,
Belo poema,
O amor é soberbo e divino...
feliz de quem o sente e valoriza
bjs
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