
Alparcatas pisando o asfalto,
Desde o agreste sertão,
Trazendo, o pó da terra seca,
E as histórias daquele chão.
Para o povo da cidade grande,
Que nem sonha o que é sofrer,
Está longe o desespero da fome,
E de sede ninguém vai morrer.
Fica a promessa e o olhar,
Na sombra do mandacaru,
Testemunha das necessidades,
Só ele tudo vê perecer.
Naquela natureza que é cruel,
Com ela, com os bichos.
Com a gente o teste,
Que Deus ajuda ou revê.
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