
Escondes o teu olhar doente, depressivo,
Debaixo desses seus lençóis de linho,
Expõe sua solidão sob esses panos,
Engana-te a ti mesmo, com muito vinho.
Quem você pensa poder enganar,
Se aos olhos de mim a verdade é vista,
Abraças sozinho todo um sofrimento,
Teu semblante encobre essa dor maldita.
Procuras qual um cego a saída, a porta,
Sente-se desenganado, só, em recaída,
Achas a situação uma esperança morta,
Sentes a falta de alguém, que lhe dê guarida.
Tens discernimento, a vida, e tudo que reluz,
Lânguido, mas podes refazer sua estrutura,
Queres a cura definitiva dessa ferida oculta,
Esqueças tudo que te lembre a ruptura.
Debaixo desses seus lençóis de linho,
Expõe sua solidão sob esses panos,
Engana-te a ti mesmo, com muito vinho.
Quem você pensa poder enganar,
Se aos olhos de mim a verdade é vista,
Abraças sozinho todo um sofrimento,
Teu semblante encobre essa dor maldita.
Procuras qual um cego a saída, a porta,
Sente-se desenganado, só, em recaída,
Achas a situação uma esperança morta,
Sentes a falta de alguém, que lhe dê guarida.
Tens discernimento, a vida, e tudo que reluz,
Lânguido, mas podes refazer sua estrutura,
Queres a cura definitiva dessa ferida oculta,
Esqueças tudo que te lembre a ruptura.
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