- Ei! Fumante,
- Aproxima-te,
- Devagar,
- Apague o cigarro, por favor!
- Vem, agora pare.
(tosse, tosse, tosse)
- Descanse agora,
- É temporário.
(tosse, tosse, tosse)
- Ó por Deus, apague-o!
- Aqui não é permitido,
- E ainda, me faz fumar contigo!
- Veja, chegamos à terra, quadra 52.
- Parece-me um bom terreno.
(tosse, tosse, tosse)
- Ó por Deus, não morra agora!
- E a lápide?
- Queres de mármore?
"aqui minha poesia voa com mais liberdade"~.~.~.~.~.~.~.~.~Praia de Itaipu, Niterói- RJ - BR
AMIGOS QUE ME SEGUEM
EU O MUNDO, O MUNDO E EU
28 de outubro de 2007
16 de outubro de 2007
AMOR RAREFEITO - Série: Por Aí aQui e aLi
Andei solto, descalço por aí,
Feri meus pés a procurar por ti.
Sangrei também a minha alma, senti,
Mas diante de tanta dor, sorri.
Galguei tuas montanhas, sofri,
O ar rarefeito do teu amor revi.
Soou meu grito, e no eco eu ouvi,
Que minha alma flutuava, eu vi.
Singrei sozinho os mares, sumi,
Sem pensar em nada, deixo aqui.
Nesse mar revolto, tudo o que vivi,
E com o som da tua voz, dormi.
Sei agora choras por mim, e daí!
Não voltarei, te abortei, desisti.
Sem o calor do teu corpo, resisti.
Mas diante de tanta dor, morri.
Feri meus pés a procurar por ti.
Sangrei também a minha alma, senti,
Mas diante de tanta dor, sorri.
Galguei tuas montanhas, sofri,
O ar rarefeito do teu amor revi.
Soou meu grito, e no eco eu ouvi,
Que minha alma flutuava, eu vi.
Singrei sozinho os mares, sumi,
Sem pensar em nada, deixo aqui.
Nesse mar revolto, tudo o que vivi,
E com o som da tua voz, dormi.
Sei agora choras por mim, e daí!
Não voltarei, te abortei, desisti.
Sem o calor do teu corpo, resisti.
Mas diante de tanta dor, morri.
28 de setembro de 2007
CONFISSÃO - Série: Por Aí aQui e aLi
Esperei com ansiedade este dia,
Pois jurastes que de novo não farias,
Confessaste o teu erro calma e firme,
Que me fizestes acreditar no que dizias
Fiquei, sereno, esperei um pouco ainda,
O momento que você escolheria,
Pensastes, pois não podias magoar-me,
Tinha certeza que um dia tu dirias.
Escondestes, de mim, e sem razão,
Uma verdade que há muito eu já sabia,
Estou feliz, pois você voltou atrás,
Confessando trouxe a paz que eu queria.
Aprendestes, a lição, te redimistes,
Sussurrando em meu ouvido sem alarde,
Dissestes com a voz emocionada,
Conviver com a verdade nunca é tarde.
Pois jurastes que de novo não farias,
Confessaste o teu erro calma e firme,
Que me fizestes acreditar no que dizias
Fiquei, sereno, esperei um pouco ainda,
O momento que você escolheria,
Pensastes, pois não podias magoar-me,
Tinha certeza que um dia tu dirias.
Escondestes, de mim, e sem razão,
Uma verdade que há muito eu já sabia,
Estou feliz, pois você voltou atrás,
Confessando trouxe a paz que eu queria.
Aprendestes, a lição, te redimistes,
Sussurrando em meu ouvido sem alarde,
Dissestes com a voz emocionada,
Conviver com a verdade nunca é tarde.
24 de setembro de 2007
IN NATURA - Série: Por Aí aQui e aLi
Sei que vives algum tempo um romance,
Mas nem por isso eu consigo esconder.
Algo estranho, em mim sempre acontece,
Toda vez que eu te vejo aparecer.
Diferente , é ver teu corpo todo ornado,
Pois nua e bela estais em todos os meus sonhos.
Posso parecer um imoral, até concordo,
Sou natural, e pra você, não tão estranho.
Entenda-me, num olhar , sem que eu pergunte,
E tente crer, no que hoje te proponho.
Beba esse poema que ora eu te escrevo,
E faça ser realidade meus belos sonhos.
O tão pouco que ficaste perto um dia,
Impregnou-me com teu perfume "in natura".
Teus gestos, e teu olhar meigo e tristonho,
Dos meus olhos tu fugiste insegura.
Embriaga-me, com teu jeito que me encanta,
Ages ao meu gosto, nunca mudes pra existir.
Refaço os caminhos, pra te encontrar um dia,
Quero descobrir teu corpo, te amar, e te florir.
Mas nem por isso eu consigo esconder.
Algo estranho, em mim sempre acontece,
Toda vez que eu te vejo aparecer.
Diferente , é ver teu corpo todo ornado,
Pois nua e bela estais em todos os meus sonhos.
Posso parecer um imoral, até concordo,
Sou natural, e pra você, não tão estranho.
Entenda-me, num olhar , sem que eu pergunte,
E tente crer, no que hoje te proponho.
Beba esse poema que ora eu te escrevo,
E faça ser realidade meus belos sonhos.
O tão pouco que ficaste perto um dia,
Impregnou-me com teu perfume "in natura".
Teus gestos, e teu olhar meigo e tristonho,
Dos meus olhos tu fugiste insegura.
Embriaga-me, com teu jeito que me encanta,
Ages ao meu gosto, nunca mudes pra existir.
Refaço os caminhos, pra te encontrar um dia,
Quero descobrir teu corpo, te amar, e te florir.
21 de setembro de 2007
AGONIA - Série: Andanças
Por Deus!
Quem está aí?
É você...?
É você...?
Mas que loucura!
Acordei de um pesadelo.
Minha boca com secura,
Me fez correr, e beber água pura.
Enquanto bebia, pensava.
Que loucura! Que loucura!
Meu coração aflitivo, trepidava,
E se perguntava, quem era.
Comecei a relembrar o que sonhava,
Aos poucos fui recordando.
Meu peito arfava.
E grande barulho fazia,
Como um bater de porta.
Era você querendo entrar,
Mas até então, eu não sabia.
Na cama o sonho me prendia,
Sem eu poder abrir naquela hora
A minha porta pra você podia.
Acordei naquela manhã fria,
Gritando, quase em agonia.
Enquanto frente aos meus pés,
Você flutuava no quarto,
Sob os brilhos, dos véus esvoaçantes,
Zombava de mim e sorria.
Quem está aí?
É você...?
É você...?
Mas que loucura!
Acordei de um pesadelo.
Minha boca com secura,
Me fez correr, e beber água pura.
Enquanto bebia, pensava.
Que loucura! Que loucura!
Meu coração aflitivo, trepidava,
E se perguntava, quem era.
Comecei a relembrar o que sonhava,
Aos poucos fui recordando.
Meu peito arfava.
E grande barulho fazia,
Como um bater de porta.
Era você querendo entrar,
Mas até então, eu não sabia.
Na cama o sonho me prendia,
Sem eu poder abrir naquela hora
A minha porta pra você podia.
Acordei naquela manhã fria,
Gritando, quase em agonia.
Enquanto frente aos meus pés,
Você flutuava no quarto,
Sob os brilhos, dos véus esvoaçantes,
Zombava de mim e sorria.
É VOCÊ - Série: Por Aí aQui e aLi
Quem é você?
Que me faz amar,
Que me faz voar,
Que me faz sonhar.
Quem é você?
Que me faz chorar
E rir com o coração.
Quem é você?
Que parece inexistir.
Abro os meus olhos.
Vejo você.
Existindo pra mim.
Que me faz amar,
Que me faz voar,
Que me faz sonhar.
Quem é você?
Que me faz chorar
E rir com o coração.
Quem é você?
Que parece inexistir.
Abro os meus olhos.
Vejo você.
Existindo pra mim.
LUXÚRIA - Série: Por Aí aQui e aLi
Nossos corpos se entrelaçam,
Com furor, calor e energia,
As carícias vão crescendo,
Num mar de grande euforia.
Sentimos um rubor nas faces ,
Nossos órgãos em dormência,
Descontrolando o pensamento,
Da desordem, à demência.
Abandonamos a terra,
Êxtase, melhor não seria,
Brindamos o momento gozoso,
Na seiva que nos fez um dia.
Incompreensível?. Não!
Coisas da natureza?. Sim!
Viva, limpa e pura como àgua
Que deixo jorrar de mim.
Com furor, calor e energia,
As carícias vão crescendo,
Num mar de grande euforia.
Sentimos um rubor nas faces ,
Nossos órgãos em dormência,
Descontrolando o pensamento,
Da desordem, à demência.
Abandonamos a terra,
Êxtase, melhor não seria,
Brindamos o momento gozoso,
Na seiva que nos fez um dia.
Incompreensível?. Não!
Coisas da natureza?. Sim!
Viva, limpa e pura como àgua
Que deixo jorrar de mim.
12 de setembro de 2007
MEUS SONHOS - Série: Por Aí aQui e aLi
Não costumo sonhar enquanto durmo
Mas nesta noite ele foi todo com você.
Voamos, bem alto por entre as nuvens
De mãos dadas, sem rumo pra descrever
De repente, foi meu sonho interrompido,
Fortes batidas, era um pulsar de coração
Espantei-me, pois pensei ter esquecido
Os sons, reproduzidos pela emoção
Deitei-me, logo após ao sobressalto,
Com o meu olhar, fixo no firmamento,
Querendo eu, entre as estrelas encontrar
O teu brilho, eternizado em meus momentos
Irreal, mas aos meus olhos realidade,
Um jeitinho pra saudade eu dissipar.
Assim vou, me agarrando às lembranças,
Dos meus sonhos, como verdades para lembrar.
Mas nesta noite ele foi todo com você.
Voamos, bem alto por entre as nuvens
De mãos dadas, sem rumo pra descrever
De repente, foi meu sonho interrompido,
Fortes batidas, era um pulsar de coração
Espantei-me, pois pensei ter esquecido
Os sons, reproduzidos pela emoção
Deitei-me, logo após ao sobressalto,
Com o meu olhar, fixo no firmamento,
Querendo eu, entre as estrelas encontrar
O teu brilho, eternizado em meus momentos
Irreal, mas aos meus olhos realidade,
Um jeitinho pra saudade eu dissipar.
Assim vou, me agarrando às lembranças,
Dos meus sonhos, como verdades para lembrar.
1 de setembro de 2007
AMIGO SOL - Série: Por Aí aQui e aLi
O meu sol, que se põe a cada dia,
De manhã voltará me despertar.
Grandioso, brilhante, a fulgurar,
Seguindo pra onde o poente está.
Passa irradiando calor e energia.
Ontem, hoje, amanhã, todos os dias
Sinto que faz isso com alegria,
Como se fosse um amigo encontrar.
De manhã voltará me despertar.
Grandioso, brilhante, a fulgurar,
Seguindo pra onde o poente está.
Passa irradiando calor e energia.
Ontem, hoje, amanhã, todos os dias
Sinto que faz isso com alegria,
Como se fosse um amigo encontrar.
15 de agosto de 2007
TRIBUTO A OLIN - Série: Andanças
Posso hoje entender!
Por que ele não tinha só pra si,
Dividia o pouco com os seus.
Os frutos conquistados,
O provento, o alimento,
A sua vida.
Pra isso, noite e dia, só labuta,
Pra poder sustentar,
Para ser o pilar.
Feliz, arrastou seus fardos,
Pesados demais para seu débil corpo,
Assim foi por quase um século,
Lembro-me,
Quão árduo era o seu trabalho,
Lida que o fez curvar-se, esgotado,
O corpo, porém, não a cabeça.
Disfarçava o desgaste,
Isso fazia muito bem,
Sem vaidade,
Argüido sobre sua vida,
Jogava o olhar noutro ponto,
Para tirar a atenção do fato,
Um artifício para não mostrar,
Que envelhecera rápido.
As marcas no corpo, um templo.
O semblante, cada vez mais doce,
Os males e as dores não tiraram dele,
O sorriso,
A calma,
A resignação,
A alegria.
Euforia!
Cena máxima. A família reunida.
Era prêmio. O afago de um filho.
O beijo de um neto então!,
A explosão. Um inflar de amor.
Lágrimas nos olhos?
Só pela dedicação da mulher.
Muitas coisas num único ser,
Que invejável homem!
Não dá pra esquecer nunca!
Vou lembrar daquele meu velho,
Há se vou! Sempre!
Parece que ainda ouço,
Seus passos arrastados,
Daqueles pezinhos frágeis,
Descendo os degraus do tempo,
Empunhando a bengala.
Mãos incrivelmente firmes,
Que tinham veias azuladas, e que
Serpenteavam aparentes,
Desenhando em relevo os dorsos
De suas velhas mãos,
De pele rústica, resistente e,
Rugas denunciadoras,
Fruto do exagerado manuseio.
Gravei na memória,
Antecedendo,
O meu vago olhar, no fim.
Ao perceber ser aquele o último,
Não mais que isso, mas o suficiente,
Antes vê-las sendo cruzadas,
Justapostas em definitivo.
Ato singular.
Ficou gravado em mim,
As marcas dele.
Lembranças dele.
Das linhas enrugadas no rosto,
Das veias azuis adornando suas mãos,
Do sorriso calmo, deixado.
Sinto saudade,
Daquele velho homem!
Há! Como sinto saudade!.
Por isso sorrio,
Quando sinto saudade.
Sorrio, como se sorrindo.
Com ele.
Sorrio, como se afagando.
Ele.
Sorrio, pra não esquecer.
Dele.
Sorrio, pra não chorar.
De saudade.
Daquele meu velho pai.
Do meu pai.
Meu pai.
Ó Pai!
Por que ele não tinha só pra si,
Dividia o pouco com os seus.
Os frutos conquistados,
O provento, o alimento,
A sua vida.
Pra isso, noite e dia, só labuta,
Pra poder sustentar,
Para ser o pilar.
Feliz, arrastou seus fardos,
Pesados demais para seu débil corpo,
Assim foi por quase um século,
Lembro-me,
Quão árduo era o seu trabalho,
Lida que o fez curvar-se, esgotado,
O corpo, porém, não a cabeça.
Disfarçava o desgaste,
Isso fazia muito bem,
Sem vaidade,
Argüido sobre sua vida,
Jogava o olhar noutro ponto,
Para tirar a atenção do fato,
Um artifício para não mostrar,
Que envelhecera rápido.
As marcas no corpo, um templo.
O semblante, cada vez mais doce,
Os males e as dores não tiraram dele,
O sorriso,
A calma,
A resignação,
A alegria.
Euforia!
Cena máxima. A família reunida.
Era prêmio. O afago de um filho.
O beijo de um neto então!,
A explosão. Um inflar de amor.
Lágrimas nos olhos?
Só pela dedicação da mulher.
Muitas coisas num único ser,
Que invejável homem!
Não dá pra esquecer nunca!
Vou lembrar daquele meu velho,
Há se vou! Sempre!
Parece que ainda ouço,
Seus passos arrastados,
Daqueles pezinhos frágeis,
Descendo os degraus do tempo,
Empunhando a bengala.
Mãos incrivelmente firmes,
Que tinham veias azuladas, e que
Serpenteavam aparentes,
Desenhando em relevo os dorsos
De suas velhas mãos,
De pele rústica, resistente e,
Rugas denunciadoras,
Fruto do exagerado manuseio.
Gravei na memória,
Antecedendo,
O meu vago olhar, no fim.
Ao perceber ser aquele o último,
Não mais que isso, mas o suficiente,
Antes vê-las sendo cruzadas,
Justapostas em definitivo.
Ato singular.
Ficou gravado em mim,
As marcas dele.
Lembranças dele.
Das linhas enrugadas no rosto,
Das veias azuis adornando suas mãos,
Do sorriso calmo, deixado.
Sinto saudade,
Daquele velho homem!
Há! Como sinto saudade!.
Por isso sorrio,
Quando sinto saudade.
Sorrio, como se sorrindo.
Com ele.
Sorrio, como se afagando.
Ele.
Sorrio, pra não esquecer.
Dele.
Sorrio, pra não chorar.
De saudade.
Daquele meu velho pai.
Do meu pai.
Meu pai.
Ó Pai!
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P R Ê M I O D A R D O S
Agradeço esta distinção significativamente importante. Pelo prêmio em si, incentivador, assim como; pelo grande prazer de eu ter sido indicado a recebê-lo por iniciativa da poetisa Helen De Rose, que vê no meu trabalho, a possibilidade das minhas modestas contribuições crescerem em prol da escrita, pelos contos, prosas e poesias.
EDIÇÕES, PREMIAÇÕES
'ANTOLOGIA' - "TRAGO-TE UM SONHO NAS MÃOS"
Poesia infantil: Plum, Ploc, Trec, Blem... Viva!
Poesia infantil: Fadas meninas
Poesia infantil: O nariz do pirilampo
Temas Originais Editora - Coimbra, Portugal, 2010
ANTOLOGIA DOS 7 PECADOS
Sobre a 'GULA' : Beijo, Goiabada e queijo
ESAG - Edição BlogToh - Barcelos - Portugal, 2010
ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS - 49° Volume
Poesia: Faço poesia porque eu não posso dizer que te amo
http://www.camarabrasileira.com.pc49.htm/ - Rio de Janeiro - RJ
ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS – 46° Volume
Poesia: “Tango a La Rubra Rose” - 2008
www.camarabrasileira.com/pc46.htm - Rio de Janeiro - RJ
ANTOLOGIA DE POEMAS DEDICADOS Edição - 2008
Poesia: “Escrita vazia” - 2008 www.camarabrasileira.com/poemasdedicados2008.htm - Rio de Janeiro - RJ
ANTOLOGIA DE CONTOS FANTÁSTICOS -14° Volume Conto: “O mar está pra peixe, feliz Ano Novo” - 2008
www.camarabrasileira.com/contosfantasticos14.htm - Rio de Janeiro - RJ
ANTOLOGIA POÉTICA, POESIA DA METRÓPOLE
Poesia: "Comparação" - 1991
Litteris Editora - Rio de Janeiro - RJ
DECLARAÇÃO DE AMOR
'Prefácio' , 2010
Câmara Brasileira e Jovens Editores - Rio de Janeiro - RJ
EPISÓDIOS GEOMÉTRICOS (O Livro das Crônicas)
'Posfácio' , 2011
Temas Originais Editora - Coimbra - Portugal
I ENCONTRO DE ESCRITORES - ANDEF
'Palestrante', 2010
Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos
Poesia infantil: Plum, Ploc, Trec, Blem... Viva!
Poesia infantil: Fadas meninas
Poesia infantil: O nariz do pirilampo
Temas Originais Editora - Coimbra, Portugal, 2010
ANTOLOGIA DOS 7 PECADOS
Sobre a 'GULA' : Beijo, Goiabada e queijo
ESAG - Edição BlogToh - Barcelos - Portugal, 2010
ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS - 49° Volume
Poesia: Faço poesia porque eu não posso dizer que te amo
http://www.camarabrasileira.com.pc49.htm/ - Rio de Janeiro - RJ
ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS – 46° Volume
Poesia: “Tango a La Rubra Rose” - 2008
www.camarabrasileira.com/pc46.htm - Rio de Janeiro - RJ
ANTOLOGIA DE POEMAS DEDICADOS Edição - 2008
Poesia: “Escrita vazia” - 2008 www.camarabrasileira.com/poemasdedicados2008.htm - Rio de Janeiro - RJ
ANTOLOGIA DE CONTOS FANTÁSTICOS -14° Volume Conto: “O mar está pra peixe, feliz Ano Novo” - 2008
www.camarabrasileira.com/contosfantasticos14.htm - Rio de Janeiro - RJ
ANTOLOGIA POÉTICA, POESIA DA METRÓPOLE
Poesia: "Comparação" - 1991
Litteris Editora - Rio de Janeiro - RJ
DECLARAÇÃO DE AMOR
'Prefácio' , 2010
Câmara Brasileira e Jovens Editores - Rio de Janeiro - RJ
EPISÓDIOS GEOMÉTRICOS (O Livro das Crônicas)
'Posfácio' , 2011
Temas Originais Editora - Coimbra - Portugal
I ENCONTRO DE ESCRITORES - ANDEF
'Palestrante', 2010
Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos